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Artes Plásticas, o Ensino da Cultura e o PLE: Uma Perspectiva Interdisciplinar Imprimir E-mail
Escrito por Graziela Naclério Forte - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) - Torre de Babel Idiomas   

Resumo

Este artigo tem o objetivo de analisar obras de arte nacionais tanto figurativas como abstratas, com o intuito de utilizá-las em aulas de Português Língua Estrangeira (PLE). Além do ensino da língua-alvo, apresentamos aos alunos conceitos relativos à arte e à cultura brasileira. Tais imagens funcionam como elementos provocadores da conversação, podendo ser utilizadas em contextos diversos, extraindo informações relativas à história, história da arte, cultura, comportamento, temas e discursos contemporâneos, dentre muitos outros. Para tanto, nos valemos da interdisciplinaridade como método teórico. Incluimos, ainda, sugestões de atividades para se trabalhar, as quais foram previamente testadas por alunos estrangeiros, estudantes de Português na vertente brasileira.

Palavras-Chave: Narrativas Visuais. Cultura Brasileira. Arte Brasileira. PLE. Transculturalidade

Abstract                

This article discusses how Brazilian figurative and abstract works of art can be important elements in Portuguese as a Foreign Language (PLE) teaching process, as well as a way to introduce concepts about Brazilian art and culture to students. These images serve as provocative elements in conversations, and can be used in different contexts, extracting information regarding Brazilian History, Art History, culture, national behavior, themes and contemporary speeches, among many others.  Interdisciplinarity, integrating theoretical and experimental approaches, will be promoted.

Keywords:Visual Narratives. Brazilian Culture. Brazilian Art. PLE. Transculturality.

Utilizar a arte como fonte na reconstrução dos acontecimentos históricos, definitivamente, não é um fato novo, uma vez que a arte rupestre já cumpria esse papel, assim como a arte grega com seus frontões que decoravam, na antiguidade, o Pathernon, dentre muitos outros exemplos possíveis. No entanto, o uso de obras de arte (figurativas ou abstratas) no ensino de um idioma é ainda uma atividade pouco utilizada pelos docentes.

Por outro lado, os materiais didáticos, de modo geral, trazem uma diversidade de textos, usados como suporte para um tema ou ponto gramatical. Nos variados gêneros nota-se um incremento no número daqueles configurados com recursos de imagens, como os folhetos, panfletos, quadrinhos, charges ou fotografias. No entanto, eles têm uma função mais ilustrativa do que desencadeadora da leitura, reflexão e oportunidade de produção na língua-alvo.

Nossa proposta é, a partir das obras de arte produzidas por artistas nacionais, criar oportunidades para os aprendizes de Português Língua Estrangeira (PLE) interagirem, utilizando-as em contextos diversos, extraindo, assim, informações relativas à história, história da arte e da cultura brasileira, além de oferecer temas e discursos contemporâneos, estabelecendo uma interação entre as artes plásticas e o Português do Brasil.

Para tanto, a interdisciplinaridade é o método de ensino que melhor se aplica, uma vez que integra mais de um componente curricular na construção do conhecimento, evitando-se desenvolver as atividades de forma isolada, dispersa ou fracionada. Consequentemente, todo o processo é bastante dinâmico. O termo foi usado pela primeira vez em 1937, em uma publicação do sociólogo Louis Wirtz. ParaHeloísa Margarido Sales, “a interdisciplinaridade surge como uma experiência contemporânea de resgatar a compreensão do fenômeno humano pelo interrelacionamento dos conhecimentos” (SALES, 1992, 10). Em Interdisciplinaridade e Patologia do Saber,Hilton Japiassu aponta 4 razões motivadoras dos trabalhos e pesquisas interdisciplinares: necessidade de se criar fundamentos para as novas disciplinas; saber global, contrário ao conhecimento fragmentado; formação de profissionais conhecedores do todo; e proposta de novos temas, que por definição não podem ser encerrados em compartimentos estreitos (JAPIASSU, 1976, 81).

Em outros termos, ao se utilizar imagens (textos não-verbais) é oferecido aos leitores-aprendizes representações da realidade articuladas ao ensino da Língua Portuguesa, criando um método criativo e mais atraente. Na opinião de Norimar Judice, “a imagem, adequadamente selecionada e abordada, pode favorecer uma compreensão mais rápida e proporcionar uma interação mais descontraída, confortável e viva do aprendiz com seus colegas e com o professor” (JUDICE, 2005, 34).

Portanto, o ato de ler imagens não deve ser um exercício mecânico, porque nos permite uma infinidade de leituras. Além disso, as pessoas podem interpretar as qualidades das obras de arte, compreendendo seus elementos e as relações estabelecidas. 

Ao utilizar em sala de aula obras de artistas nacionais, o professor de Português Língua Estrangeira acaba criando situações de comunicação autêntica através das conexões entre arte e cultura, com o objetivo de melhor compreender o mundo e a própria identidade do país. Vale lembrar que o artista ao planejar um quadro, uma realidade familiar, natural e sensível, cria uma pintura que é, essencialmente, a representação de um tema, que pode ser uma paisagem (natural ou imaginada), uma natureza morta, uma cena mitológica ou cotidiana. A escolha dependerá do enfoque que o professor quiser dar e do tema a ser explorado.

A imagem artística é o resultado plástico de uma operação intencional de ordem produtiva e intelectual, composta de arranjos de linhas, volumes, cores, luzes e texturas (FREITAS, 2004, 13). Compreender a produção do agente, compondo, um quadro de propriedades que sirva à tarefa de classificar e explicar os processos artísticos faz parte do que a Sociologia da Cultura chama de análise interna da obra.

Dentro dessa perspectiva, o estrangeiro pode ser levado a construir a porção do real através do enfoque dado pelo artista e trazida pelo professor para a sala de aula, porque a arte é parte significativa da cultura. Assim, a ação de integrar arte e língua falada por uma determinada cultura pode oferecer mais dados para a compreensão tanto desta língua quanto da arte e, em última instância, da cultura de um povo (BARBOSA, 2007, 32-33).

A escolha das imagens deve seguir alguns critérios, como a interação com os materiais didáticos, o interesse do aluno e a relevância do artista na história da arte brasileira. As obras podem ser colhidas em livros, acervos de museus, catálogos de exposições ou leilões. A diversidade de temas acaba revelando nossas muitas realidades, inclusive aquela do Brasil colônia, dos escravos, dos imigrantes, da indústria, da seca, dos retirantes, da fome, dos cangaceiros, etc. Os muitos brasis aparecem configurados pela imagem e podem ser lidos produtivamente por aprendizes e professores de variados universos culturais ao longo da história. O contato com as imagens flagram a nossa realidade e criam a oportunidade efetiva de se usar a língua-alvo.

No que se refere à linguagem, o vocabulário deve estar adequado, levando-se sempre em conta o nível do aluno (iniciante, intermediário ou avançado), a nacionalidade ou língua materna e o contexto teórico, ou seja, as relações com os temas abordados no livro adotado para o ensino do PLE.

Quanto à abordagem, devemos enfatizar os pontos principais, oferecendo reforço para o assunto, ao incluir alguns dados históricos, o contexto econômico, a minibiografia do artista, o ano em que a obra foi executada, sua importância, o estilo, dentre outros dados. Expor ou não esses enfoques irá depender do interesse que o aluno demonstra, podendo o professor aprofundar a explanação se assim julgar conveniente.

Em termos práticos, o mestre deve estruturar a tarefa através de uma pré-leitura, onde há a identificação do tema. É solicitado ao aluno um título para aquela obra, comparando-o com o título original. Na sequência, pede-se um resumo do assunto, para que as ideias principais sejam identificadas. Pode-se, ainda, acrescentar um vídeo que explique o processo criativo. As atividades desenvolvidas partem de indicadores estabelecidos previamente, evidenciando-se a importância da arte brasileira como instrumento de ensino/aprendizagem do idioma. Através desse instrumental, o aluno poderá posicionar-se em relação aos diferentes temas tratados; identificar-se com o ser histórico; escrever a história através das artes plásticas; narrar e analisar acontecimentos da vida em diferentes épocas; reconhecer e localizar as características da paisagem local, comparando-a com outras; identificar características físicas, humanas e econômicas; para depois produzir textos narrativos, descritivos ou argumentativos nos mais diferentes gêneros (e-mail, carta, artigo, folheto, panfleto, etc.).    

A título de ilustração, relatamos a seguir algumas tarefas desenvolvidas dentro do conceito de interdisciplinaridade, adotadas em aulas de PLE para executivos.

Uma das primeiras atividades foi a apresentação do vocabulário relacionado ao corpo humano, quando utilizamos desenhos de nu masculino ou feminino, além dos retratos executados por pintores nacionais, porque dessa maneira trabalhamos no concreto, relacionando imagens e palavras. O aluno, dessa forma, passa a ter contato com as obras de artistas renomados.

Um pouco mais elaborada foi a atividade sobre as festividades do mês de junho, quando tomamos os óleos Festa Junina (2009) e Viva São João! (s.d.) (Imagens 1 e 2) do artista pernambucano Militão dos Santos (1956), que viveu muitos anos no Rio de Janeiro, expondo na feira de arte da Praça General Ozório. A partir delas, tratamos das comidas, bebidas, trajes,  músicas, brincadeiras e decoração desta grande festa popular. Como sua pintura apresenta universos singulares, em cenários tipicamente brasileiros, de colorido intenso, vibrante e repleto de movimentos para retratar o cotidiano da população, é possível utilizar em sala de aula também as obras Frevo Pernambucano (Imagem 3),Rio São Francisco, Procissão do Divino (Imagem 4), Praia Porto da Barra, Folia de Reis, Folclore Nordestino, dentre muitas outras.   

Já o óleo Feira (Imagem 5), da década de 1960, do pintor carioca Heitor dos Prazeres, (1898-1966) possibilitou-nos explorar a cultura das feiras, um evento realizado em local público em que as pessoas, em dias e épocas pré-determinadas, expõem e vendem mercadorias.

Dentro dessa ideia, de imediato foram explicadas as designações complementares dos cinco dias úteis da semana: segunda-feiraterça-feiraquarta-feiraquinta-feira e sexta-feira. Na sequência, analisamos as feiras livres desde o período colonial até os “tempos modernos”, mostrando suas particularidades, mudanças e os contratempos que elas causam nas grandes cidades. Em diversos lugares do interior do país elas são o principal e, às vezes, o único local de comércio da população. Lugares cheios de sons, movimentos e cores, funcionam como centros culturais e de lazer. Talvez por isso chamem tanto a atenção: o colorido das frutas, dos legumes e até mesmo das barracas; os feirantes gritando, apregoando a qualidade dos seus produtos e garantindo que o seu preço seja o melhor. Assim, eles criam frases engraçadas e muito conhecidas, como: “Moça bonita, hoje não paga, mas também não leva!” As pessoas circulam, examinam, pechincham ou simplesmente escolhem o que vão comprar. Outras têm suas barracas preferidas, conhecem o feirante de longa data e, às vezes, parecem mais amigos do que fregueses. Em muitas barracas nota-se que as pessoas que trabalham são todas de uma mesma família. No meio disto tudo, existem vendedores ambulantes, com tabuleiros montados em cima de caixotes ou simplesmente no chão, que aproveitam a feira para vender diversos produtos. Meninos se oferecem para ajudar as pessoas a carregar as mercadorias. Em suma: uma “confusão” perfeitamente organizada onde tudo parece funcionar.

A partir daí, os temas a serem tratados avançam em direção a tudo que diz respeito à cultura da feira, como o vocabulário relacionado às frutas, legumes, peixes, além das frases comumente utilizadas para chamar a atenção das freguesas. É possível, também, destacar a importância do pastel e do caldo de cana, dois ícones das feiras livres, muito apreciados por boa parte da população brasileira. E ainda pode-se fazer uma análise das diferenças e semelhanças entre as feiras e os mercados, além de apontar o sentido das palavras freguês, freguesa e cliente. Não devemos esquecer da existência das grandes feiras realizadas em recintos fechados (eventos, do livro, de utilidades domésticas, etc.) e das feiras hippies ou feirinhas, que oferecem, basicamente em suas barracas, produtos artesanais, bijuterias, artigos de decoração feitos em madeira ou argila e comidas regionais.

Especificamente, nesta obra de Heitor dos Prazeres é possível notar que a representação da feira tem como protagonistas apenas pessoas negras. No entanto, as feiras da cidade de São Paulo, tradicionalmente, contam com a presença dos orientais, mais especificamente japoneses, vendendo seus produtos. Muitos desses feirantes sabem se comunicar em japonês e oferecem os mesmos cortes de peixes feitos no Japão. Ainda é possível introduzir o tema da imigração no Brasil e comparar essa tela com o óleo intitulado Feira Nordestina (s.d.), de Militão dos Santos (Imagem 6).

Outra sugestão de atividade envolve a obra Retirantes (1944), de Cândido Portinari (Imagem 7).Utilizada com o intuito de evidenciar a importância da arte pictórica como instrumento de criação que retrata histórias da vida das populações nordestinas, castigadas pela seca. Após análise da imagem, foi solicitado ao aluno que desse soluções quanto ao problema da fome.

Também é possível apresentar um tema para debate, como as ruas (centrais e da periferia) de uma cidade grande como o Rio de Janeiro e São Paulo. Vários artistas adotaram o tema: Carlos Prado as representou cheias de gente, como na obra intitulada Homem versus Homem, onde há um grande contigente de usuários do transporte público, visivelmente inspirada na realidade da cidade de São Paulo (Imagem 8). Por outro lado, os trabalhos mais conhecidos de Oswaldo Goeldi revelam ruas quase sempre tranquilas, bucólicas com poucas pessoas ou representam refúgios abandonados, cujos destaques podem ser a chuva, o crepúsculo, o luar, as cenas noturnas ou o sol (Imagem 9); ou os da década de 1920 até o ano de 1930, que têm como tema os bairros pobres, representados como a expressão da dor, da solidão e do desprezo (Imagem 10), assim como seus vagabundos expressos pela imagem de Carlitos ou o mendigo de coração vermelho deitado diante de um enorme casario, impotente em sua condição de abandono. Ou, ainda, podem denunciar os conflitos humanos sob o sol noturno de Briga de Rua (1926). As cenas urbanas do artista apresentam a fisionomia da capital carioca, onde os arranha-céus modernos contrastam com carroças (Imagem 11). Depois de analisar cada uma das imagens, o aluno faz comparações, apontando as principais características de cada uma.    

Além dos artistas figurativos já mencionados, é possível também selecionar obras com características mais internacionais, dos artistas contemporâneos brasileiros reconhecidos no exterior, como Vik Muniz (1961), Adriana Varejão (1964), Beatriz Milhazes (1960) e Cildo Meireles (1948), porque somente eles fazem parte de uma lista de 500 artistas valorizados nos leilões do mundo todo e integram um dos mais confiáveis rankings da atualidade: o do portal Artprice.

Artista irreverente, Vik Muniz utiliza materiais inusitados para criar. Primeiro desenha ou pinta, fotografa e por fim destrói a obra. Ele apresenta ao público a fotografia como resultado de sua criação. Inspirado no escudo Cabeça de Medusa (1598), de Michelangelo Caravaggio, criou duas reinterpretações: a pintura em porcelana Medusa Marinara (1999) que parece uma brincadeira do tipo que as crianças gostam de fazer com o prato de macarrão (Imagem 12) e a outra Medusa (s.d.) que utilizaenormes quantidades de lixo (Imagem 13).Aqui há várias formas de se trabalhar. Uma possibilidade é apresentar um documentário sobre o artista, falando de sua trajetória. Além disso, adicionar a abertura da novela Passione (2010-2011), da Rede Globo poderá ser muito interessante, porque ela irá mostrar o processo de confecção de uma obra em que o artista se utiliza de sucatas. Por fim, é possível sugerir uma reflexão quanto ao uso de materiais reciclados, tema bastante em voga nos dias de hoje.

Outra possibilidade de desenvolvimento são as abstrações de Beatriz Milhazes, uma vez que por intermédio delas é possível encontrar maneiras distintas de se expressar, criando uma composição com formas, linhas e cores (Imagem 14). Junto com a imagem deve-se entregar uma relação de adjetivos, pedindo ao aluno para escolher aqueles que se referem aos sentimentos que a obra provoca, possibilitando, assim trabalhar palavras não tão comuns.

É importante frisar que o objetivo desse artigo é abrir possibilidades para se trabalhar a arte nacional em aulas de PLE. As sugestões de atividades apresentadas podem ser adaptadas de acordo com a situação, os objetivos do curso ou o interesse do aluno. O tema não se esgota aqui, uma vez que há uma infinidade de obras e tarefas.

Imagens:

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Imagem 1 –Militão dos Santos, Festa Junina, 2009.

<table border="0"><tbody><tr><td align="left"><strong>TÍTULO</strong></td><td> </td><td align="left">VIVA SÃO JOÃO</td></tr><tr><td align="left"><strong>TAMANHO</strong></td><td> </td><td align="left">50cm x 60cm</td></tr><tr><td align="left"><strong>TÉCNICA</strong></td><td> </td><td align="left">Óleo sobre tela / Oil on canvas</td></tr><tr><td align="left"><strong>VALOR</strong></td><td> </td><td align="left">Indisponível /Unavailable</td></tr></tbody></table> 
Imagem 2 –Militão dos Santos, Viva São João!, s.d.

https://encrypted-tbn2.google.com/images?q=tbn:ANd9GcTDBbjWEGkEFVSvmZyXoHNVEukeu5cVj8L_JANyiF_WzKPdBOXa
Imagem 3 –Militão dos Santos, Frevo Pernambucano, s.d.

https://encrypted-tbn2.google.com/images?q=tbn:ANd9GcRGaw6wYb0qomlJjWnjHXVtVH-cIJzeyn6RObRsdw9K-mtr35mO 
Imagem 4 –
Militão dos Santos, Procissão do Divino, s.d.

https://encrypted-tbn0.google.com/images?q=tbn:ANd9GcRlvrPpImsorKe5416Mrlmw9Au81KGCenImVQu04s2PuIrALhfD 
Imagem 5 –Heitor dos Prazeres, Feira, década 1960.

https://encrypted-tbn3.google.com/images?q=tbn:ANd9GcS00Ngx3UkzwrSy0-NO0a0FIdam0HEvNu2OCNbaqwntCiLQE7MmZA 
Imagem 6 –Militão dos Santos, Feira Nordestina, s.d.

  https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcS-ZWcR4cN7LMZ_-rSiE4R1poFFqWw3hn4fQrvBAU9LOzdbNEMR 
Imagem 7 –Cândido Portinari, Retirantes, 1944.

Homens versus Homens 
Imagem 8 – Carlos Prado, Homem versus Homem, do álbum A Cidade Moderna, 1958.

Oswaldo-Goeldi-Chuva 
Imagem 9 – Neste trabalho o destaque é o guarda-chuve vermelho e a rua arborizada. Oswaldo Goeldi, Chuva, 1957, xilogravura a cores, 2/12, 22 x 29,5 cm.

http://www.centrovirtualgoeldi.com/img_bd/000129_M.jpg 
Imagem 10 –
Goeldi era um observador do cotidiano das pessoas, nesta obra representou a noite do submundo. Oswaldo Goeldi, Bairro Pobre, 1930, xilogravura, 10/20, 15 x 14,5 cm. Coleção Fundação Biblioteca Nacional.

http://www.centrovirtualgoeldi.com/img_bd/000395_M.jpg 
Imagem 11 – O tema desta xilogravura é a pobreza e a miséria de pessoas humildes que vivem nos subúrbios e seus conflitos. Oswaldo Goeldi, sem título, 1926, xilogravura, sem numeração, 17 x 21 cm. Coleção Raul Schmidt Felippe Júnior.

 

https://encrypted-tbn2.google.com/images?q=tbn:ANd9GcTgQAI0OQ37JFOW-cEo7FxO1TWaZjZhMTeEfhoRClMci3wjsPLv
Imagem 12 – Vik Muniz, Medusa Marinara, 1999.

https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcTL_IvUUcpU9pd9dQ7GUxSzdUdsEgr-ScMOJIMVWwaRWxY-av1pNw 
Imagem 13 – Vik Muniz, Medusa, s.d.

Beatriz Milhazes - O Magico - A obra "O Mágico" foi comprada por mais de 1 milhão de dólares 
Imagem 14 – Beatriz Milhazes, O Mágico, s.d.

Referências

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