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Transferênia da Língua Materna na Aquisição do Português como Língua Estrangeira de Alunos Chineses Imprimir E-mail
Escrito por Shang Xuejiao - Universidade de Estudos Estrangeiros de Cantão   

Resumo

Este trabalho estuda a transferência da língua materna na aquisição de português como língua estrangeira através da análise de uma produção escrita de uma aluna chinesa. Estudamos a aceitabilidade do mesmo texto entre os diferentes interlocutores (falante nativo de chinês e falante nativo de português), distinguimos transferência e erro e discutimos o fenômeno de recombinação dos traços linguísticos. De acordo com os resultados preliminares, a transferência da língua materna no texto da aluna é muito comum, porém, segundo as visões tradicionais de linguagem, é geralmente tratada como erro ou interferência prejudicial à aprendizagem. Este trabalho defende que a transferência não afeta a aprendizagem da LE, pelo contrário, se não nos concentrarmos apenas na gramática, mas observarmos outros traços igualmente importantes, poderemos observar como os aspectos culturais, históricos e identitários vão sendo formados na língua-alvo.

Palavras-chave:Transferência, Língua Materna, Língua Estrangeira, Aceitabilidade, Recombinação.

ABSTRACT

This work studies the transfer of the mother tongue in the acquisition of Portuguese as a foreign language through the analysis of a written production of a Chinese student. We study the acceptability of the same text between different interlocutors (a Chinese native speaker and a Portuguese native speaker), and distinguish transfer and error, talking about the phenomenon of recombination of linguistic traits.. According to preliminary results, the transfer of the mother tongue is very common in the written production analyzed, however, it is treated as error or interference by the traditional perspectives of foreign language learning. This work claims that the transfer does not affect the learning of foreign language. Instead being focused only on grammar, we can also observe how cultural, historical and identity aspects are being constructed in the foreign language.

KEYWORDS: Transfer, Mother Tongue, Foreign Language, Acceptability, Recombination.

 

Introdução

Este artigo foi pensado e redigido com base nos textos escritos pelos alunos chineses, sob a minha orientação como professora chinesa de PLE. Os textos descrevem lugares de que os alunos gostam muito, o que os obrigou a produzir textos baseados nas suas vivências pessoais. A situação comunicativa é aberta, o produtor do texto escolheu o assunto e também a forma discursiva. O interlocutor é familiar ao produtor, pois são os colegas e professores da turma. Trata-se de uma pessoa a quem o produtor quer dizer alguma coisa sobre um espaço que lhe dá prazer. Os textos escritos são lidos pelo professor e, depois, distribuídos aos colegas para que eles possam ler também.

Ao corrigir esses textos, observei que as representações da língua materna e consequentemente as transferências da mesma são frequentes na produção escrita dos alunos. A maioria dos alunos elabora o seu texto baseando-se nos conhecimentos da língua materna (LM), ou seja, a aprendizagem de PLE é condicionada pela transferência dos hábitos linguísticos, pragmáticos e discursivos criados na LM. Mas a transferência da LM tem duas faces, por um lado, pode proporcionar uma transferência positiva nos casos em que se registam semelhanças entre ambas, por outro lado, é uma transferência vista como interferência nos casos em que aquelas apresentam diferenças. Mas como os alunos são do nível de iniciação, essa transferência é natural numa primeira fase da aprendizagem da língua estrangeira.

Com os textos produzidos pelos alunos chineses em língua portuguesa, escolheu-se apenas um para fazer parte do corpus deste artigo. Pretende-se analisar como entre os diferentes interlocutores (falante nativo de chinês e falante nativo de português), a aceitabilidade do mesmo texto dá-se de forma diferente. Além disso, repensa-se aqui também o fenómeno da recombinação de traços linguísticos, pragmáticos e discursivos a fim de descobrir de que modo a transferência da LM afetará a aquisição do português, para se melhorarem as práticas didático- pedagógicas.

Fatores pragmáticos de textualidade

Um texto será bem compreendido quando avaliado sob três aspectos: primeiro, o pragmático, que tem a ver com seu funcionamento enquanto atuação informacional e comunicativa; segundo, o semântico-conceitual, de que depende a sua coerência; e o terceiro, o formal, que diz respeito à sua coesão (Costa Val, 2006:5-10).

Quanto aos fatores pragmáticos estudados por Beaugrande & Dressler (1983), neste trabalho, pretende-se analisar principalmente a aceitabilidade, que concerne à expectativa do interlocutor de que o conjunto de ocorrência com que se defronta seja um texto coerente, coeso, útil e relevante, capaz de levá-lo a adquirir conhecimentos ou a cooperar com os objetivos do produtor (Costa Val, 2006:11). Grice (1975, 1978) estabeleceu estratégiasmáximasde conversaçãogeralmenteadotadaspelos produtores paraganhar a aceitabilidadedo receptor.Essas estratégias relacionam-se coma necessidade de cooperação(no sentidode que o produtorresponde aosinteresses de seu interlocutor) e a autenticidade, informatividade, relevância das informações, bem comoas informações apresentadas(precisão, clareza, ordem, concisão, etc.) (Costa Val, 2006:11).Charolles(1978) afirma que, geralmente, o interlocutor dá um "crédito de coerência" parao produtor, ou seja, presume-se que o seu discursoécoerente ese esforça paracapturaressa coerência, preenchendo lacunas, fazendo inferências, finalmente, colocandoao serviçode compreender dotextotodo o conhecimento quetem. (Costa Val, 2006: 12). Porém, esse crédito de coerência tem sempre um limite, porque o produtor não pode escrever um texto sem pensar no nível de informatividade ao qual o seu interlocutor pode ser exposto.

A interlíngua

O conceito de interlíngua foi introduzido por Selinker (1972) aquando da publicação de seu artigo “Interlanguage”, considerado por muitos autores como o ponto de partida da linguística aquisicional (Cristiano, 2010, 38), ou seja, este conceito é necessário para a compreensão destes fenômenos tão complexos da aquisição de uma língua estrangeira. Selinker (1972:214) apresenta a seguinte definição para interlíngua: “a separatividade do sistema de um aprendiz da língua segunda, um sistema que tem um estatuto intermediário estruturalmente entre a língua nativa e a língua-alvo[1]”. A interlíngua traz a ideia de que o aprendente de Língua Estrangeira (LE) vai apresentar características próprias, ou seja, a especificidade que não se confunde quer com a língua materna quer com a língua estrangeira, ao longo do seu processo de aprendizagem da língua.

A fossilização é uma característica fundamental do conceito de interlíngua, segundo Ottonell (2004), a fossilização refere-se a um mecanismo pelo qual um falante tende a conservar na sua interlíngua certos itens, regras e sub-sistemas linguísticos da sua língua materna relativamente a uma determinada língua-alvo (Cristiano, 2010: 38). Portanto, é muito difícil ou quase impossível atingir uma proficiência na língua estrangeira semelhante à da língua materna, neste sentido, a transferência da LM impõe restrições à aquisição da LE. No entanto, o processo de aprendizagem ou aquisição envolve outros fatores que não são apenas linguísticos, mas também identitários, sociais, culturais, históricos, etc. Por isso, o falante estrangeiro nunca será o mesmo na língua materna e na língua estrangeira, pois essas línguas ocupam espaços diferentes no processo de formação das identidades do sujeito. A interlíngua apresenta um sistema de regras próprias que reestruturam ao longo do processo de aprendizagem, e isto é natural e mesmo inevitável na aprendizagem de qualquer língua estrangeira.

2.3. Conceito de erro

Durante a correção dos textos escritos dos alunos em estudo, observei que muitos alunos organizam as frases segundo a morfossintaxe do chinês, língua materna, e não do português. Sublinhamos que a estrutura das frases entre as duas línguas é diferente, por exemplo, existe diferença da posição dos verbos e adjetivos, cada um tem as suas regras próprias. Mas quando isto se verifica e os alunos fazem frases que não seguem as regras da língua que aprendem, não podemos dizer que se trata de um erro ou que a sua produção está errada. Consideremos o conceito de erro.

De acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência (2001, 215), as atitudes face aos erros dos aprendentes podem ser múltiplas, consoante se considerar que aqueles refletem a) o fracasso da aprendizagem, b) a ineficácia do ensino, c) a vontade que o aprendente demonstra em comunicar, não obstante os riscos, ou d) um processo de desenvolvimento da interlíngua. Nesta última perspectiva, os erros são considerados como inevitáveis e inerentes ao desempenho de todos os falantes, incluindo os não-nativos (Cristiano, 2010: 41).

O conceito de erro foi considerado como parte integrante do processo de aprendizagem de uma língua estrangeira. Segundo Corder (1967), “erros” serão apenas aquilo que os falantes não conseguem entender quando os detetam. Portanto, referimos igualmente desvio ou inadequação como sinónimos.

Análise

Dos vários textos elaborados pelos alunos, escolhi um, o mais representativo, para analisar. Relativamente à transferência da LM nesse texto, podemos falar sobre os fatores linguísticos, mas como a língua materna e a língua estrangeira ocupam espaços diferentes no processo de formação das identidades do sujeito, também é interessante avaliar os fatores culturais e identitários no seu processo de aprendizagem, e ao descobrir, nesse texto, esses fatores, decidi utilizá-lo como o objeto de pesquisa.

A seguir, apresentamos o texto na íntegra sem as correções feitas pela professora:

Panyu fica no interior da Delta do Rio Pérola. Ele está situada em centro-sul da Cidade de Cantão. Apesar de ele não estar no centro económico de Cantão, está uma das partes mais influentes da cidade. Aqui a gente encontra a infraestrutura completa através da qual conhecem os diversos tipos de destinos turisticos convenientemente, incluindo os divertidos, os humanos e os naturais.

Chime Long Paraíso é um parque de diversão muito famoso na China. Estão postos os aparelhos de diversão mais moderno aqui e presta a oportunidade para desafiar a gente. Jardim Yuyin, um dos quatros representativos de jardim antigo em Cantão, é uma jóia. Vale a pena conhecer a sua estrutura única e maravilha. Mais um lugar eu gostaria de apresentar é Parque Florestal da Colina Dafu. É um depósito de oxigénio. De bicicleta ou a pé, passear aqui de qualquer modo deixará os visitante uma experiência agradável acompanhando os paisagens naturais lindos.

3.1  Análise de aceitabilidade

Quanto à aceitabilidade do nome do lugar descrito, para os interlocutores de língua maternal chinesa (ILMC) da turma, Panyu é um lugar conhecido, porque a maioria dos alunos da turma é da cidade de Cantão e as professoras chinesas de outras províncias já vivem há vários anos nesta cidade. Porém, para os interlocutores de língua materna portuguesa (ILMP), Panyu não é tão conhecido como as cidades de Pequim e Xangai, nem existe a tradução específica em português. Isso causa dificuldades ao definir Panyu como uma zona, um bairro ou uma aldeia de Cantão.

A última frase do primeiro parágrafo (...), incluindo os divertidos, os humanos e os naturais, lança um conceito de os humanos (“os”apresenta “destinos turísticos”), que causa diferente aceitabilidade entre os ILMC e os ILMP. Este tipo de “destinos turísticos humanos” descrito pela produtora do texto, na verdade diz respeito aos pontos turísticos culturais, com base em pontos turísticos naturais, adicionando-se as características culturais para satisfazer as necessidades espirituais e materiais dos seres humanos, tal como arquitetura budista. Os pontos turísticos culturais têm a ver com cultura, história e atividades sociais dos seres humanos. Portanto, em chinês, também se nomea Ren Wen Jing Guan, e a tradução linear é os destinos turísticos humanos.

Durante a leitura dos ILMC, este conceito é compreendido e não causa qualquer problema, por causa da proximidade dos hábitos linguísticos da LM. Quanto aos ILMP, este conceito é inadequado e causa dificuldade e estranheza.

No segundo parágrafo, observamos que a autora descreve, com pormenores, três lugares para provar a ideia anterior, que existem vários tipos de pontos turísticos em Panyu. O segundo parágrafo expressa de forma clara a lógica a mensagem. Mesmo assim, a aceitabilidade dos ILMC e ILMP é diferente. Para os ILMP, os três lugares descritos são apenas provas, mas para os ILMC existe uma ligação entre os três pontos turísticos e a última frase “incluindo os divertidos, os humanos e os naturais”do primeiro paragráfo. Realmente, Chime Long Paraíso, Jardim Yuyin eParque Florestal da Colina Dafu do segundo parágrafosão, respectivamente, os representantes de os divertidos, os humanos eos naturais. Neste texto, a produtora não gastou mais palavras para explicar essa lógica ou ligação, porque de acordo com hábitos linguísticos de chinês, a produtora acha que é fácil entender a sua lógica que, por isso, não é preciso explicar muito. Para os ILMC, mesmo que não conheçam os lugares descritos, o texto ainda deixa pistas para que os leitores possam descobri-los. No entanto, para os ILMP, será bem mais difícil de entender esta lógica.

3.2  Análise de recombinação dos traços linguísticos

No segundo parágrafo dessa redação, existe uma frase: Estão postos os aparelhos de diversão mais moderno aqui (…). Na verdade, essa frase pode ser revista como os aparelhos de diversão mais modernos estão aqui (…). Portanto, “estão postos”, esta forma de voz passiva aqui causa estranheza, porém, se pensamos nesta frase segundo os hábitos linguísticos da LM, em chinês, diz-se 现代设施放在这里(em Pinyin: Xian Dai She Shi Fang Zai Zhe Li),现代设施(Xian Dai She Shi) quer dizer aparelhos de diversão mais modernos, 这里(Zhe Li)significa aqui, e a diferença concentra-se em 放在(Fang Zai), de fato, em chinês 放在(Fang Zai),estes dois caractéres podem ser vistos como um verbo, mas também podem ser divididos em dois verbos (Fang)e (Zai), em português pôr e estar, respectivamente. E por esta razão, a produtora preferiu utilizar o verbo pôr correspondente a(Fang).

Por outro lado, quanto ao uso da voz passiva nesta frase, de acordo com a estrutura linguística de chinês, o verbo放在(Fang Zai)expressa o emprego ou o sentido de voz passiva, mas não aparece na forma da voz passiva. E a produtora considerava que, segundo os hábitos linguísticos de português, é preciso usar a voz passiva. Com essas considerações, elaborou estão postos.

Concluindo, a produtora tentava escrever e pensar à maneira dos falantes de língua portuguesa, mas sob a transferência da LM, foi mal-sucedida e o texto ganhou estranheza. Finalmente, gerou uma forma de interlíngua, recombinando os traços linguísticos da LM e do português, porque segundo hábitos linguísticos da LM, não é necessário o uso da voz passiva. Por isso, não deveria aparecer estão postos. Ao meu ver, apesar de tudo, o fenômeno de recombinação dos traços linguísticos da LM e LPE não afeta o sentido desta frase nem para ILMC nem ILMP. Apenas causa níveis diferentes de aceitabilidade.

4. Considerações finais:

A transferência da língua materna trata-se de um fenómeno muito comum durante a aprendizagem da língua estrangeira. Particularmente, é mais óbvio no início do processo de aprendizagem, naturalmente, nos primeiros contatos com uma nova língua. Os aprendentes costumam pensar e aprender de acordo com os hábitos linguísticos criados na língua materna. No entanto, atualmente, existe um mal-entendido no processo de aprendizagem da língua estrangeira, isto é, muitos alunos são julgados como bem-sucedidos na aprendizagem, de acordo com a sua correcção relativamente à norma da LP e a uma maior aproximação à produção dos falantes de LM. Portanto, a transferência da LM é tratada como interferência ou erro. Consideramos que essa ideia não é correta. Cada sujeito tem os seus traços culturais, identitários e linguísticos. Em outras palavras, “ninguém precisa de ser igual a ninguém”. Um aprendente de língua estrangeira deve ser comparado com outro aprendente bem sucedido de língua estrangeira, um membro do mesmo grupo, não com um falante nativo, que, por definição, é um membro de um grupo em que o aprendente da LE nunca pode entrar. Não podemos ter preconceitos na transferência da língua materna quando aprendemos a língua estrangeira, porque segundo a análise apresentada, a transferência não causa confusão ou problemas sérios de interpretação dos interlocutores, a transferência não é obstáculo no processo da aprendizagem da língua estrangeira. É natural que os aprendentes consigam encontrar uma forma aceitável de combinar os traços linguísticos da LM e da LE, como é sugerido na nossa análise. Neste trabalho, a gramática da língua não é o único elemento que deve ser considerado na aprendizagem/aquisição de uma nova língua, o que está em jogo é o aspecto pragmático da aceitabilidade, pois apesar dos aspectos de “agramaticalidade”, o texto continua a fornecer informações que a autora pretendia, ou seja, descrições sobre os aspetos culturais, históricos e identitários do tema abordado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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  • ZHANG, Tingguo; HAO, Shuzhuang. Teoria e Prática de Métodos de Pesquisa Sociolinguística. Pequim: Universidade de Pequim. 2008.

 



[1]
The separateness of a second language learner's system, a system that has a structurally intermediate status between the native and target languages.Selinker (1972:214)

 

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